ETAF – ESTAÇÃO DE TRATAMENTO DE ÁGUAS FLUVIAIS

 

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Estação de Tratamento de Águas Fluviais – ETAF, para cursos de água permanentes ou intermitentes. Tratamento das águas servidas do curso de água para reduzir de forma expressa, a deposição de sólidos e os odores de putrefação, dentro da Área de Preservação Permanente – APP, área verde ou urbanizada. Pela enorme variabilidade da composição e vazão da água servida do das águas, apresentamos um sistema de tratamento natural e inundável sustentável, que promoverá a depuração das propriedades físico-químicas até a vazão necessária para cada caso, retirando-se os sólidos. Escalonamento de Vazões x tipo de tratamento em função de cada situação, baixando consideravelmente a sua carga orgânica e retirando a maior parte de sedimentos, os objetos sólidos e adequando a intensidade dos odores. A vazão de extravasamento a ser desviada com garantida retirada parcial de objetos sólidos. O equipamento ETAF é constituído pela montagem de um desarenador com gradeamento cíclico, a ser dimensionado seu porte, seguido pela construção de filtro de raiz, em dimensão a ser determinada. A interface entre decantador e filtro é dada através de uma rampa em concreto, revestida e protegida parcialmente por geoxtil em material sintético, evitando-se o fenômeno de “curto circuito”. Com sistema controlador de oscilação intermitente introduzindo-se oxigênio no substrato controlado para possibilitar o metabolismo de microrganismos anaeróbios. No entanto, o principal tratamento dentro do filtro será promovido pelas raízes da espécie Pseudobombax munguba, uma Árvore frondosa da Várzea Amazônica, chamada Munguba.

ETEE ESTAÇÃO DE TRATAMENTO ECOLÓGICO DE EFLUENTES

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resolução COMDEMA 034/2012.A composição do sistema:
Rede de coleta (somente em casos específicos).
Pré tratamento – para separação por meios físicos de resíduos minerais e outros sólidos não orgânicos, por meio gradeamento cíclico tipo “vortex”.

Tratamento Primário – Através de Reator anaeróbio por fluxo ascendente, com fluidificação, através de técnica de redução e mineralização bioquímica, para tratamento biológico de efluentes sanitários ou industriais específicos, baseado na decomposição da matéria orgânica na ausência de oxigênio. Consiste em uma unidade com o conceito de reaproveitamento de materiais recicláveis ou não, já que grande parte do material utilizado no interior dos reatores podem ser construídos por material reciclado / reaproveitado.

Tratamento Secundário – Filtros de Raiz / Reator Aeróbio para tratamento biológico de efluentes sanitários ou industriais específicos, baseado na decomposição da matéria orgânica na presença de oxigênio proveniente de fluxo ascendente com produção natural de oxigênio em regiões específicas do filtro (fito-oxigenação radicular), associado à decomposição aeróbia/anaeróbia através de adaptação de flora local adaptada. A unidade também produzida, também com o conceito de reaproveitamento de materiais preferencialmente recicláveis. Este reator/filtro, em função de características próprias de concepção e operação, proporciona um ambiente propício à remoção de amônia, eliminando a geração de odores no efluente tratado.

Desinfecção por UV e redução odores suplementares – A desinfecção por raios ultravioleta (UV) e infravermelhos, de origem preferencialmente solar direta ou indireta, promovendo a eliminação de microrganismos presentes no efluente tratado e que não foram eliminados nas etapas de tratamento anteriores, proporcionando a esterilização do mesmo e redução de minerais metálicos.